segunda-feira, 17 de setembro de 2007

A socialização da informação

O advento de novas tecnologias cada vez mais vem aproximando as pessoas e suas respectivas idéias e informações no mundo atual. Na esfera da comunicação, a informação assume seu caráter hedônico, cada vez menos ligada aos conceitos teóricos de sua veiculação.
Partindo disso, é inevitável uma mudança e uma adequação da atividade jornalistica. Atualmente, a facilidade de captação e armazamento da informação acaba por formar cada um de nós em um jornalista em potencial. A internet, por sua vez, é o principal combustível dessa socialização da informação. Também decorrente dessa tendência, é a preocupação em cima da qualidade dessa informação. Sendo esta qualidade diretamente ligada a quem veicula tal conteúdo.
Porém de nada serviria o conceito de qualidade, se não houvesse a quantidade para se fazer uma comparação entre a boa e a má informação.
O fato é que os meios digitais, principalmente a ineternet prufundamente difundida na sociedade atual, acaba causando um efeito quase que instigante de se tornar aquilo, que até então era privado, em algo público, em uma notícia. Daí está o resumo mais fiel da tão falada liberdade de expressão. Aí está a principal função desse mundo digital: a interação. Porém quanto mais informação veiculada, mais é exigida uma capacidade de disernimento entre o que é ou não valido.
Cabe agora ao jornalista, como profissional de comunicação, permitir o maior fluxo de dados e experiências, ou seja, estreitar esse vínculo com o público comum e torná-lo fonte, não apenas alvo. Não só para saber o repercursão de sua informação com enquetes e pesquisas, mas também para tornar esse público agente de notícias. Daí está formado, literalmente, o ciclo da informação.